É no meio da minha bagunça, que me acho.
É chegando ao meu transbordo, que abro espaço.
É no meio do meu tormento, que a calmaria se faz.
É sentindo inquietação, que encontro a minha paz.
É no extremo cansaço, onde maior força exalo.
É no meio de tanta mentira falada, que minha verdade calo.
É na profunda tristeza, que de novo me faço alegria.
É vivendo na mesma mesmice, que renovação me faço todo dia.
É chegando ao fundo do poço, que pego impulso para me elevar.
É somente acumulando mágoas, que consigo perdoar.
c.t.
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