quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Interrogação.

Pensando.
Na madrugada,
solitária,
me questionando.
Porque não fui,
por quê não sou,
por quê não serei.
Será que não fui, porquê não era?
Será que não sou, por quê não é pra ser?
Será que nunca serei, por quê não sou?
O que será?
O que há de haver?
Nesse passado que nunca aconteceu,
nesse presente tão turbulento,
e nesse futuro que tanto sonho e que talvez nunca aconteça?
Não fui,
não sou,
não serei?
Não sei.

c.t.

4 comentários:

Paulo Silva disse...

Sinta apenas...
Leve e linda poesia. ♥

Érica Ferro disse...

A gente nunca sabe, na verdade.
O negócio, como disse o Paulo, é sentir.
Sentir a vida, senão a gente acaba sentindo muito por não ter sentido nada.

• Sacudindo Palavras •

Ghost e Bindi disse...

Você tem uma vida interior muito rica...como quase todos os poetas, e o bater de asas das ideias ás vezes levanta uma poeira danada dentro da mente, mas quando a poeira baixa...resta um lindo poema.
Um grande abraço!

Bíndi e Ghost

Meu Velho Baú disse...

Adoro a sua Poesia.
Beijinhos