Existo de tudo um pouco.
Das sortes,
dos milésimos de acaso,
de raros dejavu's.
Alimento-me de cada memória,
de momentos soberanos,
soberbos, supérfluos,
de sonhos inacabados,
de promessas não cumpridas,
desejos, realizações,
amores não amados, traições,
futuros inesperados.
Existo de tudo um pouco?
Sim. Viver custa caro demais.
Tem amargo e doce, cada extremo,
e ainda assim não me satisfaz.
Viver às vezes é deprimente.
E só existir às vezes nem é suficiente.
Então prefiro continuar existindo,
e viver, coexistindo em paz.
c.t.
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