quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Azul.

Sempre admirei a miragem das piscinas iluminadas pelas estrelas.
Não por ser noite,
nem por ser piscina,
mas por ser azul.
O tom, a cor, a emoção...
E apesar do profundo me despertar tormento,
- diz-se isso ser batofobia, falou ditoso o dicionário das fobias sem sentido -,
tal azul me consome,
intriga e absorve.
Quiçá um dia me afogue nele...

c.t.

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