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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Fim.

Talvez as coisas sejam isso, finais.
Tudo nasceu pra findar e pra não durar,
pelo menos pra mim.
Não tenho pretensão de por a culpa na sorte,
nem no cupido,
muito menos no destino.
Sei que tudo acontece porquê foi levado a acontecer.
São caminhos e escolhas,
vias e acessos,
que eu sei que escolhi e que me levaram a esse desfecho.
No final de tudo,
sei que a culpa é unicamente minha,
da minha mente vadia que sonha demais,
fantasia demais,
e anseia demais pelo que não faz o mínimo sentido.
E assim,
simplesmente assim,
acaba.
Fim.

c.t.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

O jogo.

Se movimenta, se estreita,
se esgueira por entre o aperto,
tenta do outro, tenta do jeito,
fingindo ou não, ser capaz.
Em meio a tantas luzes,
na mesa e na cadeira,
um desafio se faz.
Me diz que sou tua sorte,
me beija, procurando norte,
concentra, mira, sagaz.
Ganha de novo,
(tanto eu, como o jogo),
mas toda sorte tende a acabar.
Se algum dia dei sorte no jogo,
em contrapartida, no amor fui azar.

c.t.