segunda-feira, 13 de julho de 2015
Evite transtornos.
sábado, 11 de julho de 2015
Deixa pra lá.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Queda-livre.
Sou muitas, sou tantas,
mas entre todas, sou o abismo,
entre o pior e o melhor de mim mesma.
c.t.
sábado, 4 de julho de 2015
Passageiro.
Trilhei infindos caminhos,
perdi-me em becos estreitos,
em vias incertas,
talhei desvios quase perfeitos.
De janelas abertas,
vento despenteando os cabelos,
a mão que guia é distinta.
Sou passageira de estórias alheias,
bem formadas,
até bem vindas,
enraizadas,
e não findas.
Atropelei destinos,
anelando fossem meus,
não sendo assim,
desvaneceram diante de mim,
sem ao menos dizer adeus.
Estava na via errada.
Descobri que não há estrada.
E não existe nada.
Nada que penso,
nada que quero.
Nada mais espero.
c.t.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Invisível.
Ando sentindo falta.
Falta de atenção,
de cuidado,
de carinho mútuo.
Ando sentindo falta de tumultuo,
de gente que more ao lado,
na primeira porta a esquerda,
na primeira casa virando a esquina,
ao alcance das mãos,
dos olhos,
do coração e das lágrimas.
Ando sentindo falta da presença.
Da conversa,
do companheirismo,
ando sentindo falta de algum sorriso,
de alguma aventura na selva,
deitar na grama,
no colo,
ou na cama,
de falar de cores,
e sentir tremores.
Ando sentindo falta de coisas que não são minhas,
e que talvez nunca serão.
Ando sentindo falta de coisas que quero que sejam minhas,
e que talvez nunca serão.
c.t.