Enrolo,
admiro as horas.
Pondero,
muitos são teus muros,
tuas interrogações,
e tuas demoras.
Viro-me,
sem ter norte...
fixo infinito colchão,
fronha e lençol.
Respiro profundo,
teu doce libido,
em minha mão.
Não raiou dia,
já me acho vazia,
sentindo tua ausência,
'qual não há fundamento existir.
Na falta,
moldo-me ao travesseiro,
sonhando acordada contigo primeiro,
pra depois dormir.
c.t.
Nenhum comentário:
Postar um comentário