segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Brincadeiras a parte...

Ainda não consegui entender a falta de senso de alguns seres humanos para com certas temáticas. Falando diretamente, é tão mais fácil ser o tipo de pessoa que não brinca pra dizer o que pensa. É simplesmente não rir que nem bobo pra dizer que quer, nem que não quer, é não fazer piada quando o assunto é sério para assim jogar com o sentimento e a inteligência alheia, tampouco ser mesquinho ao ponto de achar que o outro tem que entender, concordar e aceitar seu péssimo gosto em escolher palavras. Entenda, o que você pensa e principalmente o que você quer, é um problema único e exclusivamente seu. Nada, motivo algum, te dá o direito de induzir seu pensamento ou sua vontade em ninguém. Por falar nisso, tudo o que eu falei, falei brincando. (Mas leve a sério).

c.t.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

The Death.

Dark are the heaven, the moon,
and all the things above.
There's putrid smell of unliving things,
rising up of the road.

It's the Death,
owner of everything,
witch comes for us all.

There's darkness, and loneliness,
and heart-breaking pain,
the sky spills it's sorrow,
pouring, calmaly, it's the rain.

It's the Death,
owner of everything,
witch comes for us all.

The night scary creatures,
oh, such insolent creatures,
laugh while torment the dreams,
of the poor souls with no future.

It's the Death,
owner of everything,
witch comes for us all.

Silently it aproaches, quickly for those,
crushed to the wall,
faded to finally fall and fall and again fall,
into an endless black hole.

It's the Death,
owner of everything,
witch comes for us all.

c.t.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Descarte.

De quanto tempo precisei para dar fé,
do que a muito já estava perdido?
Meses.
E por várias vezes,
me perguntei por onde estavam,
o que faziam,
e porque não apareciam.
É que estavam cada qual com suas vidas,
entre si, unidas.
Enfim.
Era eu,
quem a muito estava perdida.

c.t.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Diferente si.

No princípio, eram diferentes.
Especiais, únicos, incomparáveis.
Cada qual se destacava à sua maneira.
Todavia, eram todos diferentes.
O primeiro, foi diferente.
O segundo, também.
O terceiro, o quarto, o quinto, também.
O sexto também seria?
E o sétimo? Até quando?
Abro os olhos.
Pasmo.
Eram tão diferentes e de repente,
todos tornaram-se iguais.
Agora, não dou mais ligança,
pois excepcionalmente todos, são iguais.
Até que se provem o contrário.

c.t.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Me recuso a afundar.

O novo. Nunca consegui entender o pavor das pessoas em desbravar o desconhecido, seguir em frente, recomeçar. Principalmente se tratando do coração, de sentimento. Se tá ruim, acabe. Se te incomoda, fale, brigue, quebre tudo, mas pelo amor de Deus, dê um jeito. Não acomode, esperando a boa vontade alheia acalmar as tempestades por você. Não-vai-acontecer. O mundo é um lugar de tantas possibilidades e não é possível que as pessoas se conformem com uma única rota. Existe tanta gente nesse mundo esperando uma única oportunidade de fazer o certo, de ser a pessoa certa, e vejo tantas outras com o pensamento de leme preso super errôneo de que precisam estar sempre ali, sofrendo, chorando e lutando contra a maré e engolindo um monte de coisa pra ter meio minuto de falsa calmaria. Ninguém nasceu obrigado a fazer esse tipo de sacrifício. Nem vale a pena se afogar por alguém que não esteja disposto a fazer o mínimo esforço pra te salvar. Não, não tenho medo de mudar, de navegar por novos mares, quase me afogando algumas vezes, quase flutuando em outras, mas sempre, sempre seguindo em frente até encontrar algum porto seguro pra finalmente repousar. Particularmente, meu medo é passar a vida surfando inutilmente numa única onda, tendo o mar inteiro ao meu dispor.

c.t.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Caducou.

O amor caduca.
Mas não desaparece.
Se transforma,
vira rotina.
De acordar,
de dormir,
de assistir,
de brigar,
de estagnar.

E de tanto acostumar,
o amar-se esquece.

c.t.